Blog dedicado a homens com estilo, homens que querem se vestir bem!
Agora com abas sobre Estilo de vida, Automobilismo, lazer e entretenimento, entre outras mil e uma coisas que um Alfa precisa saber.
Se você vive viajando e já cansou até das malas com rodinhas, que tal uma que te segue automaticamente no aeroporto? É a liberdade para as suas mãos!
A hop! é uma mala que funciona com 3 pontos instalados dentro dela e que, através de conexão via bluetooth com o seu smartphone, faz com que ela te siga para onde você for.
Assista o vídeo de divulgação e entenda como ela funciona:
A hop! foi idealizada para ser usada principalmente em aeroportos e pode ser rastreada por você a qualquer momento. E se você preferir, ela pode ser carregada normalmente como uma mala comum, basta desativar o sinal.
Por enquanto ela é apenas um protótipo e não está a venda. Mas a ideia é sensacional, não?
27 anos, blogueiro, publicitário e músico. Formado em Propaganda & MKT na Universidade Presbiteriana Mackenzie, é blogueiro há mais de 8 anos. Atualmente mantém uma consultoria de mídias sociais para grandes empresas e se aventura no mundo musical.
Imagine-se caminhando pela Floresta Amazônica, com o canto de inúmeros pássaros de trilha sonora. Depois, você embarca em uma canoa de volta para a pousada, uma casinha construída pelos moradores da comunidade para receber os turistas.
Lá, a mesa do jantar serve um fresquíssimo prato de peixe amazônico preparado pelos anfitriões, que o recebem como visita e não como cliente – até te levam à quermesse da pracinha e explicam a história da padroeira da cidade.
Planejar uma viagem assim, para viver o que há de mais autêntico num lugar, é bem possível e pode ser mais divertido do que ficar em um super resort. E se essa viagem causar pouco impacto ao meio ambiente e ainda ajudar a comunidade local a prosperar? Isso é turismo sustentável.
Viajar respeitando a natureza, melhorando a vida das pessoas e estimulando a economia local, tudo ao mesmo tempo. Melhor: sem a urgência de planejar as férias sob a pressão do “vá antes que acabe”. Ao invés de destruir, a sua presença no lugar contribui para preservar o patrimônio cultural e natural da região.
Tumbira, comunidade dentro da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Rio Negro
Quando você voltar, dez anos depois, talvez não fique decepcionado achando que tudo era tão mais preservado e autêntico na primeira vez em que esteve lá.
A experiência acima existe. Acontece em Tumbira, comunidade dentro da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Rio Negro, a 1h30 de barco de Manaus.
O guia da pousada é o amazonense Cleudilon “Passarinho”, um apaixonado por aves que entra na selva com os turistas e imita à perfeição o canto de pelo menos 37 tipos de pássaros. Ele assobia, os animais respondem.
Além do talentoso guia de trilha, o lugar tem um imenso potencial para se tornar polo de birdwatching. A hospedagem fica por conta da Pousada Garrido, administrada pelo líder comunitário Roberto Mendonça.
Aqui você pode ver um vídeo de três minutos com Roberto, a pousada de Tumbira e Cleudilon em ação – imitando os pássaros, claro.
Antes do lugar virar reserva, a única alternativa de renda era cortar madeira ilegalmente. Hoje, Roberto percebeu que o turismo de pequena escala e preocupações sustentáveis – como energia solar, descarte correto de lixo e uso de fornecedores locais – pode trazer mais renda, para ele e para toda a comunidade, do que cortar a madeira. A floresta de pé passa a ser mais vantajosa do que a floresta derrubada.
A ONG Garupa lançou em setembro o primeiro portal de crowdfunding para turismo sustentável no Brasil. O site conecta viajantes curiosos a destinos espetaculares com experiências sustentáveis reais.
Quem entra lá pode conhecer detalhes de experiências como essa no Brasil todo, propostas por empreendedores locais que querem melhorar sua operação turística e estão na Garupa em campanha para arrecadar a grana necessária.
E só são aceitos na plataforma projetos que se enquadrem nos critérios básicos de sustentabilidade, como baixo impacto ambiental, uso de mão-de-obra e de fornecedores locais, uso consciente dos recursos naturais, promoção e preservação do que é autêntico de cada lugar.
Lembre-se de que a iniciativa só funciona se cada vez mais gente quiser investir diretamente em um modelo de turismo mais bacana pra quem viaja e pra quem recebe o viajante.